E em Portugal, quando é que o “ouvir falar de Ciência” deu lugar ao “fazer Ciência”?

Em Portugal as coisas começaram bem mais tarde e apesar de existirem orientações curriculares no sentido de uma abordagem experimental das Ciências no 1º ciclo desde 1975, nas escolas do Magistério Primário, até então, a Ciência nem sequer era considerada área curricular na formação inicial de professores.

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A partir de 1975 a formação de professores nesta área surgiu mas estava limitada à área da Biologia porque se adequava melhor ao ensino das Ciências da Natureza [4] mas a perspetiva metodológica do Ensino das Ciências da Natureza não era contemplada na formação de professores.

Em 1980, nas ESES e Universidades, a formação científica era ainda muito incompleta na formação inicial de professores, verificando-se uma baixa incidência de disciplinas de didática ou metodologia das Ciências.

Como é óbvio, se os próprios professores não tinham formação na área das ciências, muito menos teriam na parte das ciências experimentais e, portanto, a abordagem prática e experimental no ensino de ciências não era muito frequente.

Passados quase 60 anos como estão as atividades experimentais de ciências em Portugal?

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